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POR QUE AS PESSOAS NÃO CONSEGUEM FAZER DIETA?

Fatores emocionais desencadeiam desequilíbrios químicos

A idéia de que a alimentação cotidiana pode afetar nosso humor é nova para muitos. As provas científicas que sustentam esta afirmação são conhecidas há pouco tempo. Foi quando se descobriu que substâncias químicas produzidas por alimentos transmitem mensagens ao nosso cérebro e regulam humores específicos.

Qual a mulher que nunca percebeu uma vontade voraz de comer chocolates ou doces no seu período pré-menstrual? Ou sentiu uma preguiça seguida pelo grande consumo de alimentos ricos em carboidratos como massas, pães ou doces? Ou um estado de alerta, um estar “ligado” após tomar café preto?

Talvez você já tenha percebido que a ingestão de açúcar gera uma explosão de energia. Porém, este efeito possui um tempo curto, e normalmente é comum que seja seguido de melancolia. Quanto mais glicose na circulação sanguínea, mais insulina é produzida pelo pâncreas, o que favorece a queda de glicose na circulação. Esta oscilação entre picos elevados e baixos de glicose gera energia seguida de desânimo. A ansiedade, independente do sentimento que a gerou, como medos, inseguranças e preocupações, diminui os níveis de serotonina (substância que atua no cérebro e responsável pelo bem–estar), assim como o estresse, que em todas as suas formas nos causa desconforto, nos desequilibra e nos leva a tentar encontrar um novo equilíbrio por meio de algo que nos dê prazer.

ABUNDÂNCIA

Pesquisas apontam que em 2001, nas semanas que sucederam os ataques terroristas em Nova Iorque, o consumo de guloseimas aumentou em 12% nos Estados Unidos. As emoções negativas liberam grande parte de adrenalina na corrente sanguínea. Isso mexe com o nosso metabolismo provocando distúrbios diversos, além de produzir insulina extra, facilitando a retenção de líquido e a gordura corporal. O organismo, para se defender, estimula o centro da fome, especialmente a vontade de carboidratos e doces! Comida alivia o estresse e vivemos numa sociedade em que tanto comida quanto estresse são abundantes.

É sabido que os alimentos ricos em carboidratos, como pães, massas, e açúcares, elevam os níveis de serotonina.

Como a glicose disponibiliza a liberação de serotonina sempre que nos sentimos desanimados ou ansiosos, procuramos os doces ou carboidratos simples como pães e massas para elevar nosso humor... Mas este efeito dura pouco tempo. Aí... Dá-se o efeito “bola de neve”: o corpo pede porções cada vez maiores de glicose para se manter disposto e bem humorado. O alimento mais famoso por abrandar as emoções dolorosas é o chocolate, por ser rico em feniletilamina, aminoácido ligado ao circuito cerebral do prazer. O doce, de acordo com a psicossomática, está ligado à necessidade de afeto.

COMPENSAÇÃO

Ah, e a dieta? Agora você já tem algumas informações que lhe explicam o porquê de tantas dificuldades em seguir dietas. Se o mecanismo de compensação química for maior que a sua vontade de seguir a dieta, ela não vai durar muito tempo. Os fatores que estão envolvidos neste processo de perda de peso são muito mais complexos do que possam parecer, envolvendo aspectos múltiplos e principalmente emocionais. São fatores que desencadeiam todos os desequilíbrios químicos e interferem diretamente no comportamento alimentar.

ESTABILIDADE

A nutrição ortomolecular promove a estabilidade bioquímica do organismo, fornecendo os nutrientes necessários para suavizar os sintomas de estresse e ansiedade. São nutrientes na forma de suplementos para que as compensações não se dêem na busca desesperada de determinados alimentos, além de favorecer o bem-estar durante a dieta, a melhora do humor e da disposição, que são conquistados com o balanço de aminoácidos, minerais e algumas vitaminas. Tudo analisado dentro de cada caso específico, através de testes que indicam as necessidades de cada um. Cada pessoa merece ser tratada de acordo com sua estrutura física e emocional, com todo o respeito e dedicação. Somente profissionais com propostas de SAÚDE, irão efetivamente cumprir sua missão que é conduzir as pessoas à saúde plena e não se deter apenas nos resultados aparentes, que em seguida esmorecem se não forem tratados os núcleos geradores dos desequilíbrios.

Viva a Vida! Com alegria, plena saúde e vitalidade!

  
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