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Imunoterapia ativada
 

NOVO TRATAMENTO DAS DOENÇAS ALÉRGICAS E DE VÁRIAS OUTRAS MANIFESTAÇÕES IMUNOLÓGICAS

A Imunoterapia Ativada ou simplesmente ITA é um método terapêutico usado desde 1970 na então União Soviética e que apresenta resultados clínicos surpreendentes. A metodologia foi adaptada aos alérgenos brasileiros pelo alergista e imunologista Gilberto Pradez e está sendo utilizada desde 1993, obtendo enorme sucesso clínico.

É em realidade uma terapia que reprograma as respostas imunológicas, beneficiando os indivíduos que sofrem por manifestações alérgicas ou distúrbios funcionais do sistema imunológico.

Um dos elementos aplicados na ITA, é o Betaglucana (BG), um polissacarídio bioativo presente em alimentos funcionais como no cogumelo-do-sol, na aveia, que atua como imunoestimulante e imunomodulador. Ele possui a capacidade de melhorar a resposta imunológica do organismo, é antibacteriano, antineoplásico, antiviral, antifúngico e antioxidante.

Os indivíduos tratados com os imunoativadores geram células T- supressoras (um tipo específico de glóbulos brancos do sangue, que tem uma sobrevivência média de 20 a 90 dias), que são responsáveis pela geração de novas características adquiridas – a tolerância imunológica. As informações imunológicas passam de uma célula para outra até que novas gerações de células nasçam com sua capacidade ativada de tolerar os contatos com os alérgenos. As doses dos imunoativadores devem ser aplicadas inicialmente com intervalo de 2 meses, sendo este intervalo aumentado progressivamente, conforme a melhora do quadro clínico. É preciso tomar entre nove e doze doses para receber alta médica. A imunoterapia ativada é de aplicação subcutânea, é indolor e está indicada tanto para crianças a partir dos 3 meses de idade, quanto para adultos. As injeções da ITA não são vacinas – não são gerados anticorpos. Os imunoativadores criam células T-supressoras, modulando e equilibrando a ação do sistema imunológico.

A ITA anula progressivamente a necessidade de remédios. A cura advém do uso criterioso da ITA, sem atraso nas doses, associada a um controle ambiental do uso nas fases iniciais do tratamento com medicamentos alopáticos ou recursos terapêuticos da medicina natural para o controle das crises e sintomas . A ITA não causa reações alérgicas de qualquer espécie, e leva à cura sem efeitos colaterais.

Os sistemas orgânicos estão integrados e interagem entre si, portanto, a saúde depende da estimulação e modulação das células imunes. A ITA atua nas reações alérgicas ambientais e alimentares, nas infecções bacterianas, micóticas e virais, nos transtornos gastrointestinais, nas reumatológicas e de auto-agressão, além de atuar preventivamente estimulando a imunidade como um todo.

Contra-indicações: Nunca foram observadas ou relatadas.

Efeitos colaterais: Nunca foram observados ou relatados.

A IMUNOTERAPIA ATIVADA PODE CURAR VÁRIAS MANIFESTAÇÕES ALÉRGICAS E IMUNOLÓGICAS:

Respiratórias:

  • rinite;
  • conjuntivite;
  • otite alérgica, infecciosa, catarral e serosa;
  • faringite alérgica e infecciosa;
  • amidalite;
  • laringite alérgica e estridulosa;
  • traqueíte;
  • tosse aguda ou crônica;
  • asma brônquica e bronquite crônica;
  • infecções respiratórias de repetição;
  • sinusite;
  • dor facial;
  • cefaléias;
  • enxaquecas.

Dermatológicas

  • dermatite atópica;
  • pruridos (sem lesão, noturno e pós-banho);
  • urticária;
  • angioedema;
  • edemas em geral;
  • dermografismo;
  • psoríase.

Insetos: alergia a picada de insetos – anafilaxia; estrófulo; urticária; angioedema; prurido.

Bacterianas: acne; furunculose; foliculite; erisipela e outros processos infecciosos; dificuldade de cicatrização de ferimentos; fibrose cística.

Micóticas: fungos (unhas, pele, vaginal) candidiase (vaginal, intestinal e mucocutânea); micoses (dermatológicas, ungueais e do cabelo), dermatite seborréica (caspa).

Alergia alimentar:

  • seguida da ingestão ou contato com certos alimentos (IgE) ou alergia alimentar posterior a ingestão de alimentos (IgG);
  • alergia a substâncias químicas agregadas aos alimentos;
  • enxaqueca;
  • distensão ou desconforto abdominal;
  • constipação intestinal;
  • fermentação intestinal;
  • cólon irritável;
  • diarréia;
  • síndrome de má absorção;
  • doença celíaca;
  • colite ulcerativa;
  • esofagite e gastrite, refluxo gastresofágico;
  • cólicas intestinais;
  • irritação anal crônica, sudorese ou síndrome da cama molhada (sobretudo em crianças).

Articulares:

  • dores articulares ou musculares inspecífica;
  • artrite reumatóide;
  • espondilite anquilosante.

Auto-agressão:

  • lupus eritematoso;
  • esclerodermia;
  • dermatomiosite;
  • síndrome de Sjögren;
  • angeítes e vasculites;
  • e outra enfermidades de auto-agressão.

Sensibilidade química:

  • intolerância a fumaças, gases, cheiros, vapores e perfumes;
  • anosmia.

Causas ainda desconhecidas:

  • desconhecidas mas relacionadas com alergia respiratória, alimentar, bacteriana, micótica ou viral;
  • fibromialgia e fadiga crônica associada à imunodeficiência;
  • encefalopatia mialgica;
  • PIMS (problemas psicológicos, cólon irritável, enxaqueca);
  • Doença de Khron.

Acesse também:

Dra. Berenice Michelini CRM 9489
Médica responsável pela Imunoterapia Ativada na Clínica de Nutrição Ortomolecular

  
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